Sobre Aijalom Wagner
Aijalom Wagner:
Escritor,
- Pesquisador em Ufologia e Investigador Metapsíquico
- Pesquisador em Psicoauditação e Orientador em Psicointegração e Espiritualista
- Criador da Análise Simbólica da Mente e do Comportamento
- Difundidor de Psicocientologia e Colaborador do Grupo Elron e Instituto Ákira
- Fundador do Projeto Consciência Maior e Diretor do Centro da Nova Metapsique e Ufosofia
- Pesquisador de Campo do Relatório Santelmo de Ovnis no RN
- Web Master do Blog A Consciência Maior
- Serviço Humanitário e Apoio
- Aluno de Jorge Olguín
- Discípulo de Krisnamurti
Entendendo Aijalom Wagner
Por Hondinni Cársegas, Colaborador.
Entendendo Aijalom Wagner
Por Hondinni Cársegas, Colaborador.
Aijalom Wagner é Pesquisador Ufológico, escritor, investigador de fenômenos paranormais e espiritualista.
Fundador da Organização de Serviço do Projeto Consciência Maior onde publica seus escritos e estudos; colabora com o Grupo Elron da Argentina e difunde a Psicointegração e Psicoauditação de Jorge Olguín no Brasil através da Nova Metapsique e Ufosofia.________________________________
Empreende suas mensagens de Socio-Integração e Auto-Sustentabilidade, focalizando uma totalidade de consciência entre todos os seres vivos subdivididos em planos de freqüência extra-física.
Cria um padrão que chama de Paramentalismo onde o corpo físico e o cérebro apenas codificam a extra Extra-Consciência, sendo a mente uma construção que se desintegra em várias personalidades independentes e inteligentes: as Entidades Psicológicas. (um elo entre Psicointegração e Logosofia)
Estas Entidades são vários Egos manifestos que se apossam e brigam pelo homem dentro dele mesmo, impulsionados por Impressões de Carga que são os padrões de comportamento e de linguagem do plano físico, chamado pela Dianética de “Engramas”. (desejo de ordem como engrama – elo entre Ego e Engrama)
No Estudo de Ufologia emprega estudos no Rio G. do Norte de maneira independente e aberta, segundo uma visão metafísica e empírica.
Defende uma independência do sistema monetário, se utilizando de meios de auto-sustentabilidade para um serviço humanitário mesmo durante o sistema corrente, se opõe a revolução em massa pela mudança de sistema, pois acredita que mesmo de maneira pessoal o indivíduo pode obter sua autonomia, mesmo que para isso tenha que desviar-se do modo de vida aceito. Passar disto o leva a expor-se ao conflito armado contra um sistema já estabelecido, daí a doutrina da não violência seria útil.
Pra ele o sistema monetário não permite uma sociedade livre do ego, mas para livra-se de condicionamentos hipnóticos sociais os homens devem voltar-se para o Serviço e para o contato com a essência extra-física de cada um.
Aijalom crê que a Psicointegração e a visão Espiritual metapsíquica da Extra-Consciência sejam no futuro reconhecidas e aplicadas, e que a as correntes psicológicas acadêmicas de hoje sejam revistas.
Para a ufologia assume uma postura assumidamente ousada e metafísica, acredita que será impossível para os ufólogos compreenderem o fenômeno ufológico se utilizando da ciência acadêmica tradicional, mas por intermédio de um ponto de vista suprafísico e de hipertempo. Para ele o estudo baseado em casuística é valido, porém inconclusivo, já que há contra forças que tornam os dados pesquisados desacreditados.
Ufologia se resume no estudo científico das evidências, em Ufosofia, não há espaços para especulações, desde que se tenha como base o estudo suprafísico, retirando daí informações importantes levando-se em conta o preparo em conhecimentos deste tipo.
A Ufosofia de Aijalom Wagner representa o conhecimento metapsíquico do fenômeno Óvni, o que não significa que isto esteja de acordo com as idéias exotéricas e espiritistas já expostas, mas a partir de sessões onde se questionam a extra-consciências sobre a natureza e os detalhes de cada fenômeno em específico quando há tempo e assuntos prioritários em espera para estas sessões.
Assim a ciência da observação será sempre imperfeita, pois os Óvnis não são animais da natureza terrestre, observáveis em sei habitat, são como animais em extinção, não se pode simplesmente estudar algo incomum se utilizando de metodologias.
Não acredita em análise ufológica através dos instrumentos científicos, sendo assim, o estudo científico sistematizado em ufologia é mais absurdo do que o estudo metapsíquico dele.
Aijalom tem como mestres Krisnamurti e Osho, grandes professores espirituais que o influenciam em sua forma de filosofia quase terapêutica.
Para ele a religião é uma fonte inesgotável de registros de fenômenos ufológicos e parapsicológicos. Quanto a ética e a moral, estes registros de quase nada servem, pois a própria natureza indica de forma lógica e cognitiva a noção simbólica de comportamento educativo e criativo da inteligência.
A filosofia para ele aparece como chave da liberdade, sendo o homem pensante o que constrói em sociedade através da arte e do amor.
Os homens devem então buscar motivações na existência do outro como ponto de princípio para compreender o sentido da vida.
Os desejos e as necessidades impostas pela sociedade inconscientemente diminuem o homem em um invólucro de paixões e oportunismos materialistas que o separa e o mantêm distante de sua essência extra-física, que caminha com ele como guia e orientador.
Estes desejos são alimentados pela vitimização que causa o sistema monetário e as atitudes sectárias da política e da religião.
O amor materialista gera o ódio escondido e fantasiado de afeto, pois se baseiam numa construção de vida e em sonhos de conquistas motivados pela necessidade de Ter e de Controlar.
O caminho libertário é o servir ao outro, o abandono do Eu manipulador e vitimizado. Os homens serão livres quando forem livres de si mesmos.
O conhecimento materialista da mesma forma é motivado apenas pela obtenção de uma carreira onde a inteligência seria o objeto central para sustentação de necessidades básicas assim como de fartura material e que, portanto desqualifica sua originalidade e legitimidade. Ou seja: um conhecimento pobre resoluto em uma busca pela sobrevivência ou competição ideológica. (arrogância acadêmica)
O verdadeiro conhecimento é gratuito quando é repartido, e buscado pessoalmente, comparado e medido em comum.
Apenas a lógica simples do conhecimento, comparado as coisas simples e comuns podem tornar este conhecimento acessível a todos e compreensível sob uma visão mais ampla.
Dá total importância a sua visão sobre os Símbolos do Comportamento ou Símbolos Engrâmicos desenvolvida apenas como um meio adicional de compreensão alegórica do comportamento do Ego em relação aos condicionamentos hipnóticos absorvidos nas relações sociais, algo do tipo “a sociedade cria e implanta os símbolos na mente dos indivíduos, que dividem entre si estas alegorias da mente criando um ‘inconsciente coletivo’, ou seja, este inconsciente coletivo de que tratou Jung não é nada mais nada menos do que estes sinais e símbolos compartidos, que geram Egos independentes que controlam as ações e que nascem de ordens hipnóticas reativados por ocasião do descontrole, seja de fanatismo, de condicionamentos sociais ou descontrole emocional.
Portanto, um equilíbrio que integra os Eus ao Eu maior é possível através do Serviço e da empatia, do humanismo e do auto-esvaziamento das motivações egoístas e controladoras, em função do apoio e orientação do outro. Para ele, somente a Psicointegração possibilita isso, embora considere válidas as terapias Transpessoais, Gestalt, Psicosíntese, Dianética e Cientologia (desqualificando esta ultima quanto aos cientólogos e a estrutura religiosa e financeira que se montou em volta dela).
Não enxerga nas psicologias de base os meios para se alcançar esse equilíbrio. Já que até agora nada fizeram, a não ser em casos primários isolados.
Combate o mercado que se faz em torno da orientação do outro, embora defenda o direito do orientador de manter-se de suas orientações, já que a orientação não é uma atividade presa a um ramo científico qualquer, é livre, carente de ferramentas que não mais deixa o homem aceitar o poder dos padrões e do Ego sobre si mesmo.
Como colaborador e missionário das mensagens recebidas em Psicoauditação Aijalom cria o Projeto Consciência Maior, que é como chama sua jornada de missão e serviço neste plano.
Criando o Centro da Nova Metapsique e Ufosofia em 2010 estuda e difunde a Psicoauditação e a Psicointegração, embora tenha sua linha de serviço próprio, considera um pouco de cada coisa valiosa em todas as ciências, inclusive dá maior atenção as menos estudadas ou chamadas, pseudociências, pois acredita que elas ainda tem mais a nos ensinar sobre nós mesmos, embora elas não substituam o Auto-Conhecimento, conseguido pela interação do Eu Interior físico como Eu Superior Espiritual.
(Para ele pseudociência é todo método novo e atualizado que exige das ciências de base uma reavaliação de seus conceitos, como a arrogância acadêmica é lucrativa, as atualizações das ciências de base são chamadas assim).
Embora o Ego ou o Self Inferior não seja um Engrama, Aijalom acredita que este Ego que cria Róis de Ego ou Subpersonalidades é impulsionado por um instinto primitivo, inerente ao corpo físico em todo seu sistema nervoso que tende a reagir, a defender-se e de manipular sempre se utilizando dos engramas ou ordens auto-hipnóticas das imagens mentais que signifiquem poder e domínio.
Na verdade enxerga uma total aproximação entre os Engramas e o Ego primitivo, pois quando um indivíduo reage manipulando, tanto o Ego quanto os engramas interagem, gerando maior força nesta reação.
Em 2011 escreve Psicologia Analotrônica, uma espécie de dicionário com axiomas onde compara a mente á informática estrutural.
Se considera um aluno, e que aguarda o tempo exato de iniciar mais profundamente um trabalho de orientação mais pleno.



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